quinta-feira, 29 de março de 2012

É hora de voltar

Não é segredo para ninguém que o mercado do vôlei é o assunto preferido do criador desse blog. Voltando a esse momento do vôlei nacional, o Vôlei FÃminino volta a todo vapor. Lembro a todos que esse é um blog amador, sem fins lucrativos, criado apenas para comentar e informar sobre voleibol. Postagens constantes são difíceis, mesmo porque quando as crio, dou o meu melhor. Mas vamos ao que interessa, o mercado nacional, as principais equipes, especulações e etc. Daqui para frente, o Vôlei FÃminino está de olho, recebendo notícias dos principais comunicados esportivos, de pessoas ligadas aos respectivos times, entre outros. Podemos dar uma certeza ou criar um boato, mas somos informados. Sejam bem-vindos ao VÔLEI FÃMININO 2012, aproveitem! ;)


sábado, 19 de novembro de 2011

Brasil envergonha, perde liderança no ranking e disputa pré-olímpico depois de 20 anos

Chega de apalpar e botar a panos quentes: a seleção feminina de vôlei fracassou na Copa do Mundo desse ano.  E criticar não é "falta de amor", mas noção de que tudo está errado e se não mudar, sequer precisamos sonhar com o título olímpico.

A campanha vergonhosa
Itália sagrou-se bicampeã da Copa do Mundo com um Brasil frágil e impotente

O Brasil terminou a competição em 5º lugar, atrás de Itália, Estados Unidos, China e Japão, uma classificação vergonhosa. E os resultados foram atípicos da, até então, melhor seleção de vôlei do mundo. Na estreia, os 3 sets a 1 contra os Estados Unidos, não serviram de aviso claro do que viria a seguir. Fato é que a seleção jogava melhor do que as americanas, mas na hora de concluir o 3º set, amarelo, perdeu a confiança e logo depois o 4º set e o jogo. Até contra o Quênia a vitória foi feia, mas contra a Alemanha, o Brasil fez um de seus melhores jogos. Na 2ª fase, mais vergonha: 3x2 contra Coréia e Sérvia B? A Coréia, com todo respeito é uma seleção de se bater por 3 a 0 e a Sérvia, veio desfalcada de Nikolic, Malagurski, Brakocevic, Rasic e Ognejovic, tendo a jovem oposta Bjelica de 19 anos, como principal jogadora do time. A Sérvia lutou muito mais do que o Brasil! Se imaginávamos que não poderia piorar, assistimos a 3ª fase: vencendo um 3x2 contra a China e perdendo pra Japão e Itália por 3 x 0. China, uma seleção que vem tentando se reerguer durante todo o ciclo olímpico e durante esses anos mal conseguiu um pódio. Japão, adversário conhecido do Brasil e sem novidades, apenas com seu jogo eficiente usando as mãos adversárias e defendendo muito e uma Itália desfalcada de duas titulares, coisa que o Brasil não soube lidar. E fomos a 4ª fase, com a obrigação de conseguir 9 pontos. E ufa, conseguimos! Um 5º lugar, a perda do topo no ranking, um pré-olímpico que não disputávamos desde 1991 e uma seleção instável para o futuro.

Por que uma das melhores seleções do mundo, de repente caiu a nível inferior a figurantes da atualidade como China e Japão? Abaixo, algumas "pistas" do que está havendo com a seleção feminina.

Sheilla não é uma das melhores do mundo
Sheilla carregou o Brasil em 2009 e 2010, mas passou vergonha em 2011

E isso tem que ser aceitável! O ano da oposta brasileira foi patético e se em 2009 e 2010 Sheilla carregava a seleção, esse ano sequer conseguiu delimitar a linha dos 3 metros. E não me venham com "título de MVP de campeonato americano", tem que mostrar jogo contra Estados Unidos A, Itália em ascensão, Japão completo.

Problemas pessoais são extra-quadra
Confusão entre algumas atletas é um dos pontos baixos da seleção feminina durante a temporada

Ninguém tem nada a ver com a vida pessoal das atletas, desde que elas não a tragam para dentro de quadra. E não é isso que vem acontecendo. A maioria de nós sabe que duas jogadoras brasileiras mal se falam na seleção e isso vem causando uma divisão do grupo. Repito, não temos nada com isso.

Quem perde não tem vaga cativa
Fabí e Sheilla começam todas as partidas como titulares

As levantadoras são sempre as primeiras a pagar o preço de quando o time vai mal. Dani Lins foi a primeira vítima, mesmo sendo notável que o problema era o ataque brasileiro. Depois vem as ponteiras, Mari e Paula saem se a troca de levantadoras não funcionar. Pode sobrar até pra Thaisa e Fabiana mas Sheilla nunca sai de quadra. POR QUE? Tandara é uma boa opção, mostrou isso no Grand Prix e em alguns jogos na Copa do Mundo, então, por que essa insistência com Sheilla? Fabí é outra; enquanto Brenda Castillo e Yuko Sano ditam como ser líbero, Fabí dá umas defesas na diagonal as vezes. A líbero tinha que ser espetacular para que sua reserva, Camila Brait, nunca entrasse em quadra. E Fabí, pelo menos no momento, não é.

Conduta duvidosa de Zé Roberto
Técnico brasileiro acumula surras táticas dos EUA e não promove substituições efetivas

Troca excessiva de levantadoras, posição garantida a algumas atletas e substituições de caráter duvidoso. Por que Zé Roberto não gosta de jovens talentos e prefere investir em jogadoras mais experientes? Por que Zé Roberto não consegue lidar com os problemas desse grupo? Falta liderança para o "chefe"?

Por que não convocar Priscila Daroit?
Priscila foi a principal jogadora do Brasil na Yeltsin Cup

Ponteira, jovem, boa passadora, boa atacante, boa defensora: raridade na seleção brasileira. Séra que depois do fiasco na Copa do Mundo, ZRG ainda vai insistir em não dar uma chance para a jovem gaúcha que carregou a seleção B à prata no torneio russo? Priscila foi pré-convocada para o torneio. Agora, é hora de uma convocação mais efetiva.

Esperança!
Bi-olímpico é sonho que ainda pode ser conquistado, mas requer mudanças

Que fique então a esperança que ano que vem, a seleção volte a ser a melhor do mundo, que traga o bi-olímpico e que cale as palavras desse blogueiro desesperado e apaixonado por esse time. 

domingo, 23 de outubro de 2011

Emoção, choro e desabafo: Brasil é campeão e se vinga de Cuba

Esse post vem atrasado, mas o sentimento não: a vitória sobre Cuba no pan de Guadalajara marcou um dos jogos mais incríveis de nossa seleção em 2011. Jogo quente, muitas provocações, torcida contra, um típico Brasil x Cuba. E como cresceu o time cubano! Yohana Palacios saiu há algum tempo da reserva de grandes nomes para se tornar a principal jogadora da seleção cubana. Cruzando com ela está um nome conhecido do vôlei cubano, Kenia Carcases, antiga jogadora daquela seleção de 2007, que contava com Ramirez, Herrera, Carrilo e Ruiz. E Cuba só vem crescendo! Yusidey Silié é outra que vem crescendo notavelmente e ainda tem Ana Cleger Abel, que entrou no lugar da experiente Yannelis Santos. Definitivamente, a equipe cubana que se apresentou no pan cresceu muito desde o campeonato continental. Cuba jogou muita bola! Ainda que demonstrasse o melhor do seu jogo, não seria páreo para 5 sets contra o super Brasil. Falhas na recepção as ajudaram, sacando muito e atacando demais. Pelo lado brasileiro, com Fê Garay poupada, o Brasil sofreu um pouco. Paula Pequeno foi a atacante mais efetiva do Brasil no torneio, mas na final Mari deu o nome. E se a oposta Sheilla Castro passou todo o torneio devendo uma boa atuação, ela se encontrou na última partida, na hora mais importante do campeonato e foi decisiva no 5º set. No 4º set, quando todos esperavam o ouro, Cuba venceu. Pelas redes sociais, o torcedor brasileiro sofria: parecia um dejavu, 4 anos depois, a mesma final em um 5º set. Valeu a triste lembrança do sentimento de vingança em 2010 pelo Mundial de 2006. Não aconteceu. Seria mais uma vez, o Brasil, vítima de uma final? Dessa vez não! Dani Lins se agigantou e com Sheilla rodando pela saída, ficou fácil. Mais fácil ainda porque Garay despejava pancadas na quadra adversária e a china de Fabiana, cada vez mais efetiva. 14 x 10 e o Brasil já sabia: estávamos vingados! Na última bola, Tandara enfiou o braço na pararela e a líbero Emily Borrell mandou pra fora. Um alívio, gritos, choros, pulos, xingamentos. Não apenas em quadra, mas na casa de cada torcedor apaixonado por aquela seleção. Paula Pequeno chorava deitada em quadra, Virna chorava na transmissão oficial para o público brasileiro, imagens e mensagens da vila do pan demonstravam a felicidade pela vitória, torcedores declaravam seu choro virtualmente; estávamos vingados: NÓS DERROTAMOS AS CUBANAS!!!

Meninas comemoram após apagar fantasma de última edição do pan
No chão, Paula Pequeno chorou emocionada com a conquista
Jogadoras, comissão técnica e presidente da CBV comemoraram o título
Meninas sorriram felizes do mais alto lugar do pódio
Fabí homenageou Jaqueline e companheiras cortadas antes do pan

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Em pan atípico, Brasil vai às semi-finais

O Brasil chegou hoje (17/10) à terceira vitória nos jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Ao vencer República Dominicana, Canadá e Cuba, a seleção comandada por José Roberto Guimarães aguarda as quartas de final para conhecer seus adversários. Em um Pan não muito agradável para o vôlei feminino, o time segue quebrado e jogando razoavelmente bem. Abaixo, uma síntese sobre a campanha brasileira e a fase de classificação do Pan.

Com uma imagem terrível 
(Brasil 3 x 1 República Dominicana)
Imagem de Jaqueline desacordada levou colegas à quadra e comoveu o Brasil

O jogo contra a República dominicano foi nervoso. Muito! Após vencer o primeiro set, no início do segundo, a ponteira Jaqueline se chocou com a líbero Fabí e sofreu uma lesão nas vértebras C5 e C6 e está afastada - mais uma vez - das quadras. A imagem de Jaque desmaiada na quadra assustou ao torcedor brasileiro e fã de voleibol. A missão para Zé Roberto era árdua, manter 11 cabeças no jogo e despreocupadas com a companheira que saiu desmaiada de quadra. No segundo set, não deu muito certo e a República Dominicana venceu. Mas no terceiro set, cabeça no lugar e bola pra frente e o Brasil venceu os sets restantes. Sheilla teve uma atuação patética, marcando apenas 3 pontos de ataque e somando muitos erros. Na má atuação da oposta, sobrou pra Dani Lins, que acabou saindo de quadra. Sheilla continou mal e Tandara veio a quadra. Após a lesão de Jaqueline, Fernanda Garay veio a quadra e carregou o time enquanto Sheilla seguia jogando mal. Mas no final do jogo, um pisão no pé de Karla Echenique acabou tirando Garay do jogo e Paula entrou. Contra a Rep. Dominicana, o Brasil marcou um set inteiro em bloqueios: 25 pontos. Bethania De La Cruz foi maior pontuadora com 24 pontos, mas o show foi todo da jovem Brenda Castillo, uma das melhores líberos do mundo. Pelo lado brasileiro, Garay brilhou em pouco tempo com 18 pontos. A Rep. Dominicana não contou com duas estrelas: a experiente Milagros Cabral e a perigosa Prisilla Rivera.

Jogando fácil
(Brasil 3 x 0 Canadá)
Paula Pequeno brilhou em jogo fácil contra as canadenses

O Canadá sequer deu problemas ao Brasil. Concentrada, a seleção brasileira passou fácil e com boa atuação, independente da fragilidade do adversário. Zé Roberto mesclou as jogadoras e deu oportunidade a Tandara, Juciely e Fabíola. Fernanda Garay, após a torsão, foi poupada. Voltando à boa forma, Paula Pequeno marcou 12 pontos, virando 11 dos 17 ataques que recebeu.

Naquele jogo de olhares e gritos... 
(Brasil 3 x 1 Cuba)
Sorriso brasileiro em campanha difícil no Pan de Guadalajara

Foi a vitória do Brasil em cima de Cuba por 3 sets a 1. Quem esperava moleza das jovens cubanas, se surpreendeu. O jovem time de Anotnio Perdomo começa a crescer, ganhar experiência e promete incomodar. Com bolas rápidas pelo meio, a seleção cubana complicou a vida das brasileiras. O levantamento  típico ao centro para as cubanas, a bola positiva, com um passinho da levantadora para a direita. Mas as ponteiras cubanas foram quem realmente incomodou na partida. A conhecida campeã pan-americana Kenia Carcases marcou 16 pontos e sua colega de posição, Yoana Palacios marcou 17. Essa última sim, evoluiu muito nessa temporada. Atuando mal, na hora certa Fabiana impôs seu bloqueio às adversárias. Com 14 pontos, Mari foi a principal pontuadora brasileira.

Quartas de final e semi-finais

Assim como o Brasil pelo grupo B, a seleção dos Estados Unidos foi líder do grupo A e por isso, ambas as seleções folgam amanhã (18/10) no campeonato. Canadá e México, foram últimos colocados em seus grupos - A e B respectivamente - por isso foram eliminados.  Pelas quartas de final, Cuba (2º B) enfrenta o Peru (3º A), o vencedor dessa partida enfrenta os Estados Unidos nas semi-finais. Já a República Dominicana (3º) enfrenta Porto Rico (2º B) e quem vencer, pega o Brasil.

sábado, 15 de outubro de 2011

Quem é quem no Pan-Americano 2011

Começaram ontem (14) os jogos Pan-Americanos 2011, em Guadalajara no México. Hoje, iniciam-se as competições no vôlei feminino: Brasil, República Dominicana, Cuba e Canadá integram o grupo A e Estados Unidos, Porto Rico, México e Peru o grupo B. As seleções se enfrentam e os dois melhores classificados de cada grupo, passam para a semi-final do torneio. Como de praxe, o Vôlei FÃminino apresentará uma síntese rápida das seleções que atuarão pelo pan. Confiram abaixo:

As Favoritas

A seleção do BRASIL dispensa comentários. Vem com as opostas Sheilla e Tandara as ponteiras Mari, Jaqueline, Fê Garay e Paula, as centrais Thaisa, Fabiana e Juciely , as levantadoras Dani Lins e Fabíola e a líbero Fabí. O Brasil é a única seleção dealto nível que disputará o Pan-Americano, já que os Estados Unidos mandaram time B. 
O treinamento é duro: Brasil quer o ouro!

As principais rivais

A REPÚBLICA DOMINICANA é um time de respeito e enfrenta o Brasil logo na estreia. Nos últimos anos, o time que é comandado pelo brasileiro Marcos Kwiek fez jogos apertados contra o Brasil e até venceu algumas oportunidades. Assim como o Brasil, vai disputar a Copa do Mundo em novembro e também veio com a  seleção titular. As estrelas estarão lá, como Milagros Cabral, Prisilla Rivera e Brenda Castillo.
República Domincana é o time mais complicado do torneio

Não é bom brincar com...

Os ESTADOS UNIDOS, claro! O time B tem ponteiras como Cynthia Barboza, campeã do Grand Prix em 2010 e Alix Klineman, talentosíssima e jovem, que é apaixonada pelo Brasil e sonha em jogar a Superliga. É um time B, ainda assim, perigoso.
Apaixonada pelo Brasil, a gigante talentosa Klineman é destaque dos EUA 

CUBA cresce em competições como o Pan e o torneio de Montreux. Menos times, menos jogos, menos desgastes; mas fato é que a equipe cubana nem sonha em ser aquele time do passado, sequer aquele que derrotou o Brasil no Pan 2007. Elas vão levar o que tem de melhor, Yannelis Santos, Kenia Carcases, Ana Lydia Cleger e ainda assim não devem ser candidatas ao título. Mas estão entre as 4 melhores...
Atuais campeãs pan-americanas, sonham em repetir o feito de 2007

Elas não devem dar trabalho

A seleção de PORTO RICO tem uma grande jogadora: a ponteira Aurea Cruz. E só. Nenhuma outra jogadora tem nome reconhecido no cenário mundial e a maioria atua por seu próprio país. Não está completa e mesmo que estivesse, não seria um grande adversário. Porto Rico, porém, deve passar para as semi-finais.
Aurea Cruz é a melhor jogadora de Porto Rico, com passagens pela Itália 

Apesar de fanáticos pelo voleibol, os fãs do PERU não devem ver seu time ir muito longe. A disputa vai ficar possivelmente entre Peru e Porto Rico pelas semi-finais. E para quem acredita no talento dela, Elena Keldibekova estará lá! 
Apaixonados por vôlei, peruanos não veem sua seleção corresponder

O MÉXICO foi claramente favorecido na escolha de grupos. Mas é normal, o time da casa sempre dá essa "roubadinha". Mas elas não tem tradição no voleibol e sequer devem passar da primeira fase. Provavelmente não vencerão sequer o Peru. 
Mexicanas querem a melhor atuação possível no Pan de seu país

Finalizando com o CANADÁ, elas não tem a mínima chance de semi-finais. Ainda que vencessem Cuba, teriam Brasil e as dominicanas pela frente; caíram no grupo da morte. Outro país sem tradição no vôlei, vai apenas para representar o esporte de seu país.
Canadenses terão que pasar por Brasil, República Dominicana e Cuba para ir à semi-final

Mundial de Clubes - Rabita se vinga e humilha Vakifbank

Vakifbank se desesperou e foi atropelado pelo Rabita Baku
Surpresa na final do mundial de clubes: o azeri Rabita Baku venceu o favorito Vakifbank por 3 sets a 0, com humilhantes parciais de 25x15, 25x18 e 25x9. Numa reedição da última final do europeu, o Rabita se vingou do time turco, que sequer chegou a demonstrar alguma reação. A culpada pelo fracasso segundo o Vakifbank foi a FIVB, já que a equipe jogou 2 jogos consecutivos até a final, ao contrário das azeris. Fato é que o Rabita é campeão mundial de clubes e com brilho da ponteira Natasha Osmokrovic. Essa sim se vingou com prazer! A ex-Fenerbahçe viu seu ex-time, favoritado à Liga dos Campeões da Europa, eliminado pelo campeão Vakifbank. E agora, vingada, Osmokrovic foi eleita a MVP desse torneio. A croata marcou 16 pontos nessa final, sendo a maior pontuadora. A capitã Natalya Mammadova veio logo atrás, com 12. Pelo lado turco, a central Bahar Toksoy foi a atacante mais regular e junto à oposta Malgorzata Glinka, marcou 10 pontos. Incrível foi o número de pontos em erros da equipe do Vakifbank: 23 erros contra apenas 4 do Rabita. Vale ressaltar o cansaço das turcas? Talvez sim, vide o nível técnico dessa grandiosa equipe européia. Mas não tem choro e nem desculpa: o título é do Rabita.

Osasco fecha com bronze
Reservas de Osasco foram guerreiras e levaram o bronze

Com o time reserva, o Sollys Nestlé/Osasco levou a medalha de bronze no Mundial de Clubes. Com boa atuação na recepção e no contra-ataque, a oposta Ivna Marra comandou os 3 sets a 0 com 13 pontos. Parciais cruéis de 25x9, 25x13 e 25x8. Adenízia foi eleita a melhor bloqueadora do torneio

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Convocação e horários do Brasil no Pan

Começam hoje os Jogos Pan-Americanos 2011 de Guadalajara, no México, com cerimônia de abertura para as 22:00, de Brasília. Como de costume, a seleção feminina de vôlei estará lá, representada pelo seu time titular que no incío de novembro disputa a Copa do Mundo no Japão. Abaixo, segue a lista das 12 convocadas para o pan e os horários dos jogos do nosso vôlei feminino, de acordo com a emissora Record que detém direitos exclusivos do pan na televisão aberta:

Convocadas:

1. Fabiana Claudino, central
2. Juciely Cristina, central
3. Danielle Lins, levantadora
4. Paula Pequeno, ponteira
6. Thaisa Menezes, central
7. Marianne Steinbrecher, ponteira
8. Jaqueline Carvalho, ponteira
11. Tandara Caixeta, oposta/ponteira
12. Natália Pereira, ponteira
13. Sheilla Castro, oposta
14. Fabiana Alvim, líbero
17. Josefa Fabíola Souza, levantadora
16. Fernanda Garay, ponteira

José Roberto segue para o pan com 12 jogadoras, cortando a veterana Sassá

Datas/Horários* de Jogos:

Sábado 15/10 - 22h - Brasil x República Dominicana 
Domingo 16/10 - 23h - Brasil x Canadá
Segunda 17/10 - 20h - Brasil x Cuba
Quarta 19/10 - 23h - Semi-final**
Quinta 20/10 - 23h - Final

*Datas e horários válidas para Brasília e divulgados pela Record.
**De acordo com a emissora, uma das semi-finais só será transmitida caso o Brasil participe.